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sexta-feira, 10 de fevereiro de 2017

Boletim Informativo, 12 de fevereiro de 2017

“Nossos pais adoravam neste monte; vós, entretanto,
dizeis que em Jerusalém é o lugar onde se deve adorar.” Jo. 4.20

Rev. Cleverson Gilvan

            Não é de hoje que as pessoas vivem procurando o lugar onde está o poder de Deus. Alguns dizem que é no monte Gerizim, outros em Jerusalém e agora, há quem diga, que seja no templo de Salomão, mas não naquele da bíblia, mas no do Edir Macedo, que fica em São Paulo. Mesmo Jesus tendo tratado, com tanta propriedade, essa questão, ainda tem crente brigando pelo lugar da verdadeira adoração.
            Assim, voltemos ao evangelho novamente e leiamos o que Jesus escreveu: João 4:23-24 “Mas vem a hora e já chegou, em que os verdadeiros adoradores adorarão o Pai em espírito e em verdade; porque são estes que o Pai procura para seus adoradores.  (24)  Deus é espírito; e importa que os seus adoradores o adorem em espírito e em verdade.”. Observe que, nas palavras de Jesus, a verdadeira adoração, que nos conduz a uma profunda piedade, é essencialmente espiritual. Não há nenhuma ordem objetiva nas Escrituras para que busquemos a Deus em outro lugar que não seja, fundamentalmente, o altar do nosso próprio coração, como registra Deu_30:6  “O SENHOR, teu Deus, circuncidará o teu coração e o coração de tua descendência, para amares o SENHOR, teu Deus, de todo o coração e de toda a tua alma, para que vivas.”, Slm_119:2 “Bem-aventurados os que guardam as suas prescrições e o buscam de todo o coração;” e, por fim Mar_12:33  “e que amar a Deus de todo o coração e de todo o entendimento e de toda a força, e amar ao próximo como a si mesmo excede a todos os holocaustos e sacrifícios.”.
            O segredo da verdadeira adoração está na altura espiritual do coração. Se ele é consagrado, dedicado, sinceramente arrependido dos seus pecados e disposto a busca de uma vida santa, ele se revela apto para experimentar as virtudes divinas. Mas, caso contrário, ele pode permanecer sedento mesmo em Jerusalém ou Gerizim.
            Assim, Deus está mais perto ou mais longe do que você imagina. Dê apenas uma olhadinha no seu coração!

Avisos

Ceia do Senhor
Lembramos aos irmãos que o propósito da ceia do Senhor em conjunto é o de estreitar nossos relacionamentos com toda a igreja. Por isso, exortamos a todos os que sinceramente amam a Jesus e prezam pela unidade do seu corpo, a envidarem todos os esforços para juntos participarmos desse momento de celebração em todo primeiro domingo de cada mês.

Dízimos e Ofertas
2Co.9.7 *Cada um contribua segundo tiver proposto no coração, não com tristeza ou por necessidade; porque Deus ama a quem dá com alegria.*
            Uma das oportunidades que Deus nos tem dado de servi-lo é a de também colocarmos ao seu dispor os nossos bens. Para alguns, pode até ser constrangedor falar de dinheiro, mas para o cristão consciente é absolutamente normal tratar das nossas contribuições financeiras ao reino de Deus.
            Além disso, a maneira como lidamos com nossas posses revela, de modo muito prático, o valor que damos ao reino de Deus. É claro que não estou sugerindo que possamos comprar o reino, afinal de contas ele não é comida nem bebida mas alegria no Espírito Santo. Contudo, quem deseja sua expansão, investe com alegria e é amado por Deus como disse o apóstolo Paulo.
            Assim seja fiel e liberal nas suas ofertas. Amplie sua visão missionária e não permita que o materialismo e o consumismo do mundo moderno lhe roube a graça de investir no reino de Deus.

Aniversariantes
12/02
Elena Jacinto Avila Borges
Central

13/02
Sebastião André da Silva
Filadélfia
3832-7571
14/02
Emanuely Wenceslau dos Reis
Alto da Estação

14/02
Noeme Maria Silva
Central

15/02
José Solon Francisco de Brito
Central
3831-5785
17/02
Isadora Chagas Ferreira
Filadélfia
8814-0143
18/02
Paulo Eduardo Olivi
Central


SAF Central
Culto dia 13 de fevereiro (segunda-feira) às 19:30h na residência do Sr. Antônio e Edvânia. Rua Quintiliano Alves, 1177.

Oficina de Artes
Daremos início as nossas atividades no dia 07 de março às 13:30h. Se você gostaria de nos ajudar dando algum curso fale com a Marly Moreira.

Reunião de Oração
Nesta semana a reunião de oração da terça-feira será dirigida pela SAF. Essa é mais uma oportunidade de participarmos do projeto ANA – intercedendo pelos filhos. Nossa reunião começa às 19:30 horas.

Máquina de Costura
A Oficina de Artes da Congregação Manancial tem o projeto de costura para esse ano. Estão precisando de doação de máquinas de costura para a realização desse projeto. Se você tiver uma máquina de costura para doar fale com a Belchiolina (9 9931-2231) ou na secretaria da Igreja.

RETIRO ESPIRITUAL – FASES (Estudos sobre a vida de José do Egito)
Nossos adolescentes e jovens estão se preparando para o retiro espiritual no período do carnaval (25 a 28/2). Esse ano nosso retiro será na Chácara Vale do Sol e o investimento será de R$ 120,00 por pessoa. Faça já sua inscrição!


Fórum

Não tomarás o nome do Senhor teu Deus em vão

Fonte: http://voltemosaoevangelho.com/blog/2015/07/os-dez-mandamentos-3-na%CC%83o-tomaras-o-nome-do-senhor-em-va%CC%83o/

            A ética de Jesus é a ética dos Dez Mandamentos. Ele ensinou o seu povo a viver por essa regra e ele mesmo o fez. Ele é a própria encarnação da obediência a Deus; em nenhum outro lugar os Dez Mandamentos estão personificados e manifestados em plenitude como estão na vida de Jesus.
            Assim como a lei de Deus exige que não tomemos o seu nome em vão, também Jesus nos ensina a orar: “Santificado seja o teu nome” (Mateus 6.9). A oração expressa o nosso desejo de guardar o terceiro mandamento. Ela também expressa a nossa necessidade da graça de Deus para esse fim. A oração é um reconhecimento de que o próprio Deus provê para nós aquilo que ele exige de nós.
            Na Escritura, o nome de Deus é um meio de ele revelar a si mesmo. Bem no início, em Gênesis 4.26, há uma referência a pessoas invocando o nome do Senhor – não porque Deus lhes houvesse dito o seu nome pactual, mas porque ele falou e revelou a si mesmo. Depois, contudo, Deus de fato tornou o seu nome conhecido. Ele se revelou a Moisés como o grande “EU SOU” (Êxodo 3.14) e declarou haver levantado Faraó para que o seu nome – a revelação da sua justiça e poder – fosse proclamada por toda a terra (Êxodo 9.16). Depois, o templo foi construído “ao nome do SENHOR” (1 Reis 3.2; 8.17) e aquele nome se tornou o objeto da adoração de Israel à medida que eles louvavam o nome de Deus por meio de cânticos (Salmo 69.30; 122.4).
            O nome de Deus é tão importante ao ponto de ser solenemente protegido nos Dez Mandamentos por uma proibição de que se tome seu nome em vão (Êxodo 20.7). A violação dessa lei é uma ofensa capital: “Aquele que blasfemar o nome do SENHOR será morto” (Levítico 24.16). Levítico cita uma variedade de exemplos do que esse abuso do nome divino inclui: oferecer os filhos a Moloque (18.21), jurar falsamente (19.12), os sacerdotes cortarem as extremidades da barba (21.5-6). Essa grande variedade de violações ao mandamento mostra que tomar o nome do Senhor em vão envolve não apenas falá-lo de modo errado, mas inclui vivê-lo de modo inadequado.
            Era o nome do Senhor que deveria ser posto “sobre” o povo de Israel, por meio da bênção araônica (Números 6.24-27). O nome não era apenas um título ou epíteto, mas incluía o caráter e a sublimidade de Deus revelados para a salvação e a santificação do seu povo. Pelo nome de Deus eles são salvos e pelo nome de Deus eles são separados.
            Esses temas são evidenciados na vida e na obra de Jesus. Ele veio à terra, por nós e para nossa salvação, em nome do Pai (João 5.43; 10.25). Ele viveu para glorificar o nome de Deus (12.28; 17.4) e para revelá-lo (17.6). Em nome de Deus ele havia preservado o seu povo e naquele mesmo nome eles seriam guardados eternamente (17.11-12). O nome de Deus, posto sobre o seu povo pelo batismo (Mateus 28.19), seria o nome pelo qual o Espírito Santo viria para confortá-los e ouvir-lhes as orações (João 14.26; 16.23). É o nome de Deus que assegura a vida eterna a todos os que creem (20.31).
            João Calvino está correto, portanto, ao comentar acerca do terceiro mandamento que “[ele nos ensina] a ser ponderados de alma e língua, para não falarmos do próprio Deus e de seus mistérios senão de modo reverente e muito sóbrio, para que, ao avaliar suas obras, não concebamos senão o que é digno de honra diante d’Ele” (Instituição 2.8.22).[1] Esse senso de honra vinculado ao nome de Deus é o que caracteriza uma vida de santidade e uma adoração genuína. Tanto em nosso serviço como em nossa adoração, devemos pensar nas coisas de Deus com adoração e reverência, sabendo que o fato de Deus haver se revelado a nós pelo nome é, em si mesmo, um imenso ato de graça.
            Em seu estudo dos Dez Mandamentos, o famoso puritano Thomas Watson cita doze maneiras pelas quais tomamos o nome de Deus em vão. Entre elas estão: usar o nome de Deus com irreverência; professar o seu nome, mas não viver de acordo com a nossa profissão; adorá-lo externamente, mas não com o coração; usar erroneamente a sua Palavra; descumprir nossas promessas; e falar sem cuidado pela honra divina. É uma análise impressionante, que não pretende controlar as minúcias do nosso comportamento, mas mostrar-nos como o terceiro mandamento permeia o todo da vida.
            Ao nomear a si mesmo, Deus não apenas descortina quem ele é, mas o faz de tal modo que possamos conhecê-lo pessoalmente. Viver de acordo com o terceiro mandamento é reconhecer e confessar que Deus merece a mais alta honra; que ele nos separou ao pôr o seu nome sobre nós; que estaríamos completamente perdidos não fosse o fato de, por causa do seu nome, ele nos guardar e proteger; e que ele nos chama a viver segundo o exemplo de Jesus, glorificando a Deus na terra. Nós somos os portadores do nome de Deus; que a nossa conduta demonstre isso.


ESTUDO DIRIGIDO PARA CULTO DOMÉSTICO
Baseado na mensagem do Rev. Cleverson Gilvan na Igreja Central

Texto: 1ª Tm. 5.17-25

Zelando pela liderança e pela saúde espiritual da igreja

            Como devemos lidar com a liderança espiritual de nossa igreja? Como devemos tratar o pecado e a nossa saúde física? Essas são algumas das questões levantadas no trecho de 1ª Timóteo que meditaremos nessa semana.
            Sempre é bom relembrar que as Escrituras são a nossa única regra de fé e prática e nela encontramos parâmetros seguros para o nosso relacionamento com a liderança e também com a nossa própria saúde espiritual e física também.
            Estudo esse texto e procure perceber os princípios de Deus que são aplicáveis à sua vida.

1) Considerando o disposto no verso 17, qual a sua visão sobre os que se dedicam exclusivamente ao ministério?


2) Como devem ser tratadas as denúncias contra os presbíteros?

3) De forma geral, como o pecado deve ser tratado?


4) Por que Paulo recomendou a Timóteo que bebesse um pouco de vinho?


5) Segundo o verso 24, o que você pode dizer acerca daqueles que acreditam poder esconder seus pecados?