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sexta-feira, 8 de dezembro de 2017

Boletim Informativo, 10 de dezembro de 2017

O DIA DA BÍBLIA
Sociedade Bíblica do Brasil

            Celebrado no segundo domingo de dezembro, o Dia da Bíblia foi criado em 1549, na Grã-Bretanha pelo Bispo Cranmer, que incluiu a data no livro de orações do Rei Eduardo VI.   O Dia da Bíblia é um dia especial, e foi criado para que a população intercedesse em favor da leitura da Bíblia. No Brasil a data começou a ser celebrada em 1850, quando chegaram da Europa e EUA os primeiros missionários cristãos evangélicos. Porém, a primeira manifestação pública aconteceu quando foi fundada a Sociedade Bíblica do Brasil, em 1948, no Monumento do Ipiranga, em São Paulo (SP).
            E, graças ao trabalho de divulgação das Escrituras Sagradas, desempenhado pela entidade, o Dia da Bíblia passou a ser comemorado não só no segundo domingo de dezembro, mas também ao longo de toda a semana que antecede a data.
            Desde dezembro de 2001, essa comemoração tão especial passou a integrar o calendário oficial do país, graças à Lei Federal 10.335, que instituiu a celebração do Dia da Bíblia em todo o território nacional.
            Hoje, as celebrações se intensificaram e diversificaram. Realização de cultos, carreatas, shows, maratonas de leitura bíblica, exposições bíblicas, construção de monumentos à Bíblia e distribuição maciça de Escrituras são algumas das formas que os cristãos encontraram de agradecer a Deus por esse alimento para a vida.


Avisos

CTM – IBEL
Desde o dia 05 nossa cidade está recebendo os irmãos do CTM/IBEL. A Igreja Presbiteriana de Patrocínio se alegra imensamente com a presença dos irmãos. Rogamos a Deus suas mais ricas e preciosas bênçãos sobre a vida e o ministério de cada um dos queridos irmãos.

Dia da Bíblia
Hoje comemoramos o dia da Bíblia. Então, não se esqueça: Salmos 119:105 “Lâmpada para os meus pés é a tua palavra e, luz para os meus caminhos.”.

Gideões
Hoje, por ocasião da Escola Dominical na Central, estamos recebendo a visita dos Gideões. Nossa igreja é parceira no ministério dos Gideões e ora ao Senhor pelo sustento desta missão.

Livros das Sociedades Internas (Central e Congregações)
Pedimos as sociedades internas que encaminhem os livros de atas apenas para a secretaria da igreja para que posteriormente sejam examinados pelo conselho da igreja.

AGENDA DA SEMANA
12/12 – Culto de Formatura – Téc. de Enfermagem – Colégio Berlaar
14/12 – Culto de Formatura – Téc. Administração e Informática – Dom Lustosa



Jantar de Confraternização – 31/12/2017
No dia 31/12 teremos um culto de gratidão a Deus pelo encerramento do ano e pelas bênçãos recebidas. O Culto será às 21:00hs seguido de um delicioso jantar de Confraternização. Contamos com a  presença dos irmãos!
Temos um limite de pessoas que o salão social comporta, então garanta já sua participação e a de sua família. Para o jantar há uma contribuição de 15,00 por pessoa, sendo que crianças até 12 anos não pagam. Confirme com Marly, Kátia, Elem, Gracina, Jane e Cristiane. Estaremos recebendo até 20/12.

ASSEMBLEIA GERAL ORDINÁRIA
O conselho da Igreja convoca todos os membros (central e congregações) para sua anual assembleia ordinária no dia 31 de dezembro de 2017, às 09:00 horas, no templo da igreja central. Na ocasião ouviremos o orçamento para 2018 e os relatórios das atividades de todos os departamentos da igreja. Pedimos a todos os irmãos que estejam prontos para apresentar seus relatórios na reunião.


PROGRAMAÇÕES ESPECIAIS NO MÊS DE DEZEMBRO
Estejamos atentos as programações de dezembro!

17/12 – Cantata de Natal da UCP na Central
24/12 – Cantata do Coral na Central
31/12 – Escola Dominical – Assembleia Geral Ordinária (Central e Congregações)
31/12 – Culto Noturno – 21:00 horas, Central e Congregações

Agenda Coral – Cantata de Natal
Dia 10/12 as 20h00min: Igreja do Bairro Morada Nova.
Dia 15/12 as 12h30min na Santa Casa.
Dia 16/12 as 20h00min: Congregação de Tejuco.
Dia 17/12 as 9h00min na Congregação Filadélfia.
Dia 17/12 as 20h00min na Congregação do Sertãozinho.
Dia 24/12 as 12h00min na Igreja de Getsêmani.
Dia 24/12 as 19h30min na Igreja Central.

Aniversariantes
12/12
Nicole Chagas Rodrigues Garcia
Central
3831-8681
13/12
 Adriana Simone Caixeta Leite
Filadélfia
8834-8700
13/12
Pablo Ferreira Martins
Alto da Estação
9 9802-1102
15/12
Isabella Oxner de Paula Brasileiro
Central
3831-5893
16/12
Rosa
Matinha

16/12
Jailson Junior
Alto da Estação








FÓRUM

As Divisões da Igreja de Corinto - Retrato de Hoje
Por Augustus Nicodemus

            Apesar de ser uma igreja que se via como espiritual (1 Coríntios 3.1) e de ser voltada para a busca de dons carismáticos (1 Coríntios 12.31; 14.1; 14.12), a igreja de Corinto estava na iminência de dividir-se em pelo menos quatro pedaços. Paulo, ao escrever-lhes, menciona que tem conhecimento de quatro grupos dentro da comunidade que ameaçavam a sua unidade: os de Paulo, os de Pedro, os de Apolo e os de Cristo (1 Coríntios 1.11-12). A igreja de Corinto, com seu espírito faccioso e divisionista, a despeito de sua pretensa espiritualidade, ficou na história como um alerta às igrejas cristãs de todo o mundo, registrado na carta que Paulo lhes escreveu.
            Para aprendermos a lição, devemos primeiramente entender o racha que estava por acontecer naquela igreja. E não é um desafio fácil determinar com relativa certeza a natureza e identificação de cada um dos grupos mencionados por Paulo em 1 Coríntios 1.12.
            Uma explicação popular é a dos partidos teológicos. Para alguns estudiosos, os aderentes de Pedro, Paulo e Apolo haviam-se agrupado em torno das suas doutrinas distintas, formando uma divisão rígida dentro da igreja. Estes grupos se caracterizavam por manter as ênfases doutrinárias características daqueles líderes. Geralmente se ouve falar que os de Pedro mantinham um Cristianismo judaico rígido e intolerante, até meio legalista; que os de Paulo eram mais abertos, enfatizando a salvação pela fé sem as obras da lei, e que os de Apolo seguiam a hermenêutica alegórica do eloquente alexandrino. A realidade é que não há qualquer indício em 1 Coríntios 1-4 da existência de partidos teológicos. A relação entre a teologia dos líderes favoritos e a formação destes partidos em torno de seus nomes é altamente especulativa.
            O que se percebe é que havia a escolha pessoal de cada coríntio de um líder favorito, de quem ele se vangloriava de ser discípulo (1 Coríntios 1.12; 3.21). As contendas se davam porque cada um deles afirmava que seu eleito era o melhor (3.21, 4.6). Percebemos ainda que existe uma relação estreita entre o apego à filosofia grega e a formação dos partidos em 1 Coríntios 1-4. Os slogans “eu sou de...” soam como culto à personalidade, um erro no qual crentes neófitos e imaturos caem com frequência. No caso dos coríntios em particular, esse culto à personalidade tinha recebido um impulso adicional da sua tendência, como gregos, de exaltar os mestres religiosos ao status de theioi anthropoi , homens possuindo qualidades divinas. As principais escolas filosóficas da Grécia costumavam invocar o nome de seus fundadores e principais mestres. Esse costume poderia explicar a vanglória dos coríntios em seguir Paulo, Pedro, Apolo e mesmo o Mestre de todos, Cristo.
            Os slogans usados pelos coríntios (“eu sou de...”) ratificam esse ponto. O problema tinha a ver com a tendência comum de alguns crentes de venerar líderes cristãos reconhecidos . Com exceção de Cristo, os nomes escolhidos pelos coríntios são de um apóstolo (Pedro e Paulo) ou de alguém associado com eles (Apolo): Paulo era o fundador apostólico da igreja (4.15); Apolo, por sua vez, embora não considerado no Novo Testamento como um apóstolo, era um pregador eloquente e tinha desenvolvido um ministério frutífero entre os coríntios, depois da partida de Paulo (3.6, cf. At 18.24-28, 19.1); E Pedro era o conhecido líder dos apóstolos, e muitos possivelmente teriam sido atraídos a ele, embora não seja certo que alguma vez ele haja visitado a igreja de Corinto.
            Os “de Cristo” são notoriamente difíceis de se identificar. Embora a escolha do nome de Cristo tenha sido possivelmente uma reação ao partidarismo em torno de nomes de homens, os seus aderentes nada mais são que outro partido. Eles se vangloriavam de que seguiam a Cristo somente, e não a homens, mesmo que estes fossem apóstolos. Paulo os teria criticado pela forma facciosa com a qual afirmavam esta posição aparentemente correta. É provável que os membros do partido “de Cristo” eram os mesmos “espirituais”, um grupo na igreja que se considerava “espiritual” (cf. 3.1; 12.1; 14.37). Para eles, o conceito de ser “espiritual” estava relacionado com o uso dos dons espirituais, principalmente de línguas e de profecia. Este grupo, por causa do acesso direto que julgava ter a Deus, através dos dons, teria considerado desnecessário o ministério de Paulo, tinham-no em pouca conta, e mesmo queriam julgar a sua mensagem (1 Coríntios 4.3; 4.18-21; 8.1-2; 9.3). Esse seria o grupo “de Cristo,” cujos membros (em sua própria avaliação) não dependiam de homem algum, mas somente e diretamente do Senhor, através dos dons. Paulo faz pouco caso das suas reivindicações, e considera a igreja toda como sendo “de Cristo” (cf. 3.23; 2 Coríntios 10.7).
            É o próprio Paulo, entretanto, quem nos revela a causa interna principal para as divisões entre os coríntios: eles ainda eram carnais (1 Coríntios 3.1-4; cf. Gálatas 5.20). Esta carnalidade, embora deva ser interpretada primariamente como imaturidade, em contraste aos “maduros” ou “perfeitos” (1 Coríntios 2.6), carrega uma conotação ética, como a expressão “andar segundo os homens” (1 Coríntios 3.3) indica.
            Podemos concluir que os partidos de Paulo, Apolo, Cefas e Cristo, que estavam rachando a igreja de Corinto, não eram partidos teológicos, isto é, aglutinados em torno da suposta teologia de cada um destes nomes. Mais provavelmente, os partidos se formaram a partir das preferências pessoais dos coríntios individualmente, tendo como impulso a sua imaturidade, sua carnalidade, e sua tendência, como gregos, de exaltar mestres religiosos. O partido de Cristo, por sua vez, havia se formado por outro motivo, a enfatuação religiosa produzida pelos dons carismáticos.
            A situação triste da igreja de Corinto nos fornece um retrato do espírito divisivo que ainda hoje permeia as igrejas evangélicas. É um texto básico para ser pregado e ensinado nas igrejas e seminários. Embora haja momentos em que uma divisão seja necessária (quando, por exemplo, uma denominação abandona as Escrituras como regra de fé e prática), percebemos que as causas do intenso divisionismo evangélico no Brasil são intrinsecamente corintianas: imaturidade, carnalidade, culto à personalidade, orgulho espiritual, mundanismo. Nem sempre os líderes são culpados do culto à personalidade que crentes imaturos lhes prestam. Paulo, Apolo e Pedro certamente teriam rejeitado a formação de fã-clubes em torno de seus nomes.      De qualquer forma, os líderes evangélicos sempre deveriam procurar evitar dar qualquer ocasião para que isto ocorra, como o próprio Paulo havia feito (1 Coríntios 1.13-17). Infelizmente, o conceito de ministério que prevalece em muitos quartéis evangélicos de hoje é exatamente aquele que Paulo combate em 1 Coríntios.


ESTUDO DIRIGIDO PARA CULTO DOMÉSTICO

Baseado no sermão do Rev. Cleverson Gilvan na Igreja Central

Texto: Êx. 4.21-23

Tema: Como Deus trata o seu Servo

            A Bíblia conta sempre a história de Jesus! Em todos as páginas das Escrituras, na medida em que a revelação se desenrola em sua progressividade, aprendemos sobre Jesus e o seu Reino.
            Na passagem desta semana, quando Moisés recebe o comissionamento divino para regressar ao Egito para a libertação de Israel, Deus nos revela como ele trata o seu Servo, numa referência profética ao relacionamento entre o Pai e o Filho.
            Neste mês de dezembro, quando celebramos datas tão importantes como o dia da Bíblia e o Natal, que nossos corações estejam voltados para esta mensagem maravilhosa de Jesus nas Escrituras Sagradas.

1) De que maneira Moisés deveria se apresentar diante de Faraó?

2) Como Deus trata Israel nesse texto? Que tipo de sentimento você vê nas palavras do Senhor?

3) Você vê alguma relação entre o que Deus diz a Israel e o que Deus sente pelo seu Filho Jesus Cristo?

4) Por que Deus quer que Israel saia do Egito?

5) Qual a aplicação desta mensagem para a sua vida?